Escola de Samba Difícil É o Nome
Difícil É o Nome
Tradicional agremiação carnavalesca de Pilares, na Zona Norte do Rio de Janeiro, com origem como bloco de enredo e trajetória marcada por passagens pelos grupos de acesso e pelos desfiles da Intendente Magalhães.
História
A escola surgiu na Zona Norte do Rio de Janeiro como um bloco carnavalesco de enredo, fundado em 31 de março de 1973. Com sede em Pilares, no mesmo universo cultural de outras agremiações tradicionais da região, a Difícil É o Nome construiu sua identidade no carnaval suburbano carioca.
Em 1989, após a crise que atingiu a federação dos blocos da cidade, a agremiação ingressou como escola de samba na AESCRJ. Em sua estreia no desfile de avaliação, homenageou Sílvio Santos com o enredo “Seu sorriso é a nossa alegria” e terminou na terceira colocação.
O primeiro grande título veio em 1994, quando a escola conquistou o campeonato do grupo então equivalente à terceira divisão com o enredo “Obaluajê, a festa da libertação”. Nos anos seguintes, alternou acessos, rebaixamentos e retornos, desfilando tanto na Marquês de Sapucaí quanto na Intendente Magalhães.
Entre os episódios marcantes de sua história estão a homenagem ao ator Stephan Nercessian em 2003 e a permanência da escola como uma das referências tradicionais de Pilares no carnaval dos grupos de acesso.
Trajetória recente
| Ano | Grupo | Colocação | Enredo |
|---|---|---|---|
| 2023 | Série Bronze | 8º lugar | Escrava Anastácia |
| 2024 | Série Bronze | 12º lugar | A grande estrela, o Sol |
| 2025 | Grupo de Avaliação | 8º lugar | China – Legado Milenar |
Equipe e momento recente
Na preparação para o Carnaval 2025, a escola apresentou equipe com PC Alevatto na presidência e Flavio Lins como carnavalesco e enredista. Após o desfile de 2025, publicações especializadas registraram que a agremiação passou a trabalhar visando o retorno à Série Bronze, com anúncio de novo enredo para 2026.