Acadêmicos da Pedra Branca

Acadêmicos da Pedra Branca

Grêmio Recreativo Escola de Samba do Rio de Janeiro

A Acadêmicos da Pedra Branca é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, sediada em Bangu, na Zona Oeste, e identificada principalmente pelas cores verde e branco, com uso recorrente do dourado em parte de sua identidade visual. A agremiação surgiu a partir da transformação da antiga Passa Régua, consolidando-se como nova escola no início da década de 2020.

Integrante do Grupo de Avaliação da Superliga, a Pedra Branca é uma das escolas mais jovens do carnaval carioca recente. Sua trajetória inclui o projeto de estreia em 2022, desfile pela LIVRES em 2023, retorno ao circuito da Intendente Magalhães em 2024 e manutenção de sua atuação comunitária em Bangu, com proposta de valorização do samba, da integração social e da cultura popular.

História

A Acadêmicos da Pedra Branca nasceu no contexto de reorganização do samba em Bangu e adjacências. Segundo registros históricos divulgados em páginas especializadas, a escola foi criada em 23 de agosto de 2020, por remanescentes da Passa Régua, agremiação que voltou a atuar como bloco carnavalesco. Já em cadastros resumidos de escolas de samba, aparece também a data de 1º de janeiro de 2022 como fundação, o que pode ser entendido como um marco cadastral ou esportivo da nova fase da escola.

A escola estava prevista para desfilar no Grupo de Avaliação em 2022, na Estrada Intendente Magalhães, com enredo sobre Carolina Maria de Jesus. Depois desse ciclo, desligou-se momentaneamente da Superliga e passou a desfilar pela LIVRES, onde participou do Grupo B em 2023.

Em 2024, a agremiação retornou à Superliga para desfilar novamente no Grupo de Avaliação, apresentando o enredo “Coleções, um paraíso de preciosas raridades!”. A Pedra Branca representa um modelo de escola recente, de base comunitária, com forte identidade territorial e crescimento sustentado por trabalho cultural local, ensaios de quadra e valorização do pavilhão.

Identidade da escola

Nome completo Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos da Pedra Branca
Origem Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro
Criação 2020 (com data cadastral também divulgada como 2022)
Cores Verde    Branco    Dourado (uso frequente na identidade)
Quadra Rua Boiobi, 1993 – Bangu
Escola madrinha Império Serrano
Santo padroeiro São Jorge
Filiação recente SUPERLIGA / Grupo de Avaliação

Carnavais e resultados

Ano Grupo Resultado Enredo Observação
2022 Grupo de Avaliação Ciclo de estreia divulgado Pedra Branca compondo as páginas da vida, apresenta: Carolina Maria de Jesus, a poetisa da literatura periférica Projeto inicial da nova fase da escola
2023 LIVRES – Grupo B 4º lugar Aldeia Maraka'Ná – A universidade que existe e resiste Desfile fora da Superliga
2024 Grupo de Avaliação 13ª colocada Coleções, um paraíso de preciosas raridades! 173 pontos
2025 Grupo de Avaliação Não desfilou Um Filho Chamado Brasil Enredo registrado em histórico enciclopédico

Linha do tempo

2020
Criação da Acadêmicos da Pedra Branca a partir da reorganização da antiga Passa Régua.
2022
Primeiro ciclo oficial divulgado no Grupo de Avaliação, com enredo sobre Carolina Maria de Jesus.
2023
Desfile pela LIVRES, no Grupo B, conquistando a 4ª colocação.
2024
Retorno à Superliga e desfile na Intendente Magalhães com enredo sobre coleções e raridades.
2025
A escola permaneceu vinculada ao Grupo de Avaliação, mas sem desfile oficial registrado no histórico consultado.
2026
A agremiação apareceu novamente na programação e nas imagens do carnaval da Intendente Magalhães, indicando continuidade de atividade no grupo.

Resumo enciclopédico

  • Escola de samba jovem e sediada em Bangu.
  • Vinculada ao universo do samba comunitário da Zona Oeste.
  • Cores principais reconhecidas: verde e branco; algumas fontes também mencionam dourado.
  • Tem ligação histórica com a transformação da antiga Passa Régua.
  • Desfilou pela LIVRES em 2023 e pela Superliga em 2024.
  • Quadra localizada na Rua Boiobi, 1993, no bairro de Bangu.

Perfil e presença cultural

A Acadêmicos da Pedra Branca se apresenta como uma escola de forte identidade comunitária, valorizando o samba como espaço de encontro, pertencimento e expressão popular. Em seu material institucional e em coberturas especializadas, a agremiação enfatiza a integração da comunidade, o trabalho territorial em Bangu e a defesa de um carnaval de base.

Esse perfil aparece tanto nos enredos de viés social e cultural quanto em sua comunicação pública, que destaca quadra, ensaios e a construção de uma escola em processo de consolidação. Visualmente, o pavilhão e o escudo reforçam um estilo forte, limpo e marcante, muito adequado para páginas em estilo enciclopédico.

Fontes